Síndrome do por do sol

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A Síndrome do Pôr do Sol afeta pessoas que possuem algum tipo de demência, causando episódios de confusão e agitação.

Por ser basicamente um grupo de sintomas, essa síndrome não é considerada uma doença e portanto é frequentemente associada à demência pois afeta a memória, personalidade e capacidade de raciocínio do idoso. Apesar de não ser ainda muito conhecida, a Síndrome do Pôr do Sol pode estar relacionada a um conjunto de células nervosas que mantêm o corpo ligado durante todo o tempo, podendo afetar o relógio biológico do corpo humano, desorganizando a noção temporal de dia e noite, e consequentemente, afetando os horários de sono.  Com o passar dos anos, menor disposição temos e atividades do dia a dia tornam-se ainda mais cansativas para portadores de demência. Por exemplo, no período da manhã, os idosos estão mais cansados e isso faz com que eles descansem durante o dia, o que aumenta o despertar prolongado durante o período noturno.

Importante enfatizar que a segurança é um aspecto significativo na vida dos idosos. Por isso, é sempre indicado nesses casos que os idosos se desenvolvam somente em um ambiente, não havendo nenhuma mudança drástica no local e na rotina. A quebra do cotidiano pode afetar e ser a causa para o desenvolvimento da síndrome, portanto é interessante definir horários para acordar, comer e deitar. Outras questões como alimentação de baixa qualidade em nutrientes e vitaminas, quadros de infecções ou até mesmo a fadiga ao anoitecer, podem ser fatores que contribuam para a ocorrência de tal episódio. O médico deve ser procurado para detectar problemas clínicos como dores, infecções  que aumentam os riscos de confusões e agitação noturnas. Ele também deve analisar regularmente as prescrições dos medicamentos para assegurar que ainda são necessários ou que necessitam de novas dosagens.

Atualmente, as pessoas têm se preocupado mais com a saúde uma vez que perceberam o quanto o bem-estar do corpo e da alma influenciam em uma vida próspera. Com o passar dos anos, a fragilidade será um aspecto presente em nossas vidas, partindo do ponto que sabemos que quando idosos estamos mais propensos a certas doenças. A exemplo disto, há um mal que atinge portadores de algum tipo de demência: a Síndrome do Pôr do Sol. O portador desta síndrome apresenta sintomas como alteração de comportamento, personalidade e agitação, fazendo com que o indivíduo demonstre mudanças significativas em seu modo de agir. Talvez você se questione sobre o nome, que se dá pelo fato de os sintomas acontecerem sempre ao entardecer do dia. Sendo que, em casos como esses, é essencial a ajuda de um profissional que entenda como lidar com a situação, para não agravar a situação dos pacientes.

Com os devidos cuidados tomados, as chances de o idoso apresentar uma piora nos quadros da Síndrome do Pôr do Sol tendem a diminuir. Recomenda-se certificar sobre as possíveis causas físicas que possam contribuir, a fim de não ocorrer o comportamento indesejado mais vezes. Existem algumas formas de amenizar esses efeitos da síndrome, tais como: Manter o idoso ativo durante o dia, evitar cochilos na parte da tarde, para que tenha uma noite de sono melhor, sem que haja interrupções. Reduzir o consumo alimentos que geram energia no período da tarde como de cafeína e açúcar, é necessário seguir uma alimentação saudável e balanceada. Proporcionar ao idoso um ambiente confortável para dormir é essencial, em que ele se sinta confortável, e manter esse local parcialmente iluminado ajudará a reduzir o risco de confusão. Orientar em relação ao tempo e espaço também é um feito que contribuirá para a melhoria do paciente, lembrando o idoso de onde ele está e que horas são.

Fonte: cuidebem.com.br

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